
A Seção de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia de Polícia de Costa Rica realizou neste sábado, 7, o cumprimento de mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar em desfavor de F.S.S. O investigado é suspeito da prática dos crimes de estupro de vulnerável e favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de crianças e adolescentes.
O trabalho policial teve início após o recebimento de uma denúncia anônima, repassada inicialmente à Polícia Militar e, em seguida, à Polícia Civil para a realização dos trabalhos investigativos. Seguindo os protocolos estabelecidos pela legislação, a autoridade policial determinou a realização de diligências preliminares para a verificação da procedência das informações.
Durante esta fase, foram colhidos indícios robustos de materialidade e autoria, que revelaram um cenário alarmante de exploração sistemática. As investigações confirmaram que o suspeito se aproveitava da vulnerabilidade das vítimas para cometer atos ilícitos sob o pretexto de prestar auxílio financeiro ou alimentar. Omodus operandiconsistia em frequentar praças públicas e locais de lazer para observar e selecionar potenciais vítimas, utilizando ofertas de: Refrigerantes, bolachas e doces; Dinheiro e presentes; Convites para frequentar sua residência sob o pretexto de oferecer refeições, como churrascos.

Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil representou junto ao Poder Judiciário pela expedição de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão. As medidas foram integralmente acolhidas pela Justiça, que autorizou inclusive a quebra de sigilo de dados dos aparelhos telefônicos.
Na manhã de sábado (7), as equipes policiais deram fiel cumprimento às ordens judiciais. O indivíduo foi detido em sua residência, no bairro Buenos Aires, e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, onde permanecerá à disposição da Justiça. O material apreendido será periciado para auxiliar na instrução do processo penal e identificar possíveis novos vestígios de crimes, como pornografia infantil.
A denominação “Banquete Amargo” reflete o cruel método do investigado: o termo “banquete” simboliza a fartura (especialmente carne) oferecida como armadilha para atrair crianças e adolescentes; já o “amargo” representa a face sombria por trás das ofertas e a resposta definitiva do Estado, que põe fim à impunidade.
Este caso destaca a importância fundamental do apoio da população. A denúncia anônima é o pilar que permite às autoridades agir com rapidez e eficácia. A Polícia Civil permanece vigilante e reafirma seu compromisso inabalável na proteção integral de nossas crianças e adolescentes.
Canais de Denúncia (Sigilo Absoluto): Delegacia de Costa Rica (Telefone/WhatsApp): (67) 3247-6500
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