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MPE investiga ilegalidade na contratação de show e favorecimentos em pagamentos no interior

No primeiro, apura possíveis irregularidades nos gastos públicos para realização do evento “Ribas Folia 2023”

09/07/2023 às 10h31 Atualizada em 11/09/2023 às 16h47
Por: Redação MS
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MPE investiga ilegalidade na contratação de show e favorecimentos em pagamentos no interior

O Ministério Público Estadual (MPE) abriu dois procedimentos preparatórios para apurar possíveis irregularidades com gastos públicos no Município de Ribas do Rio Pardo, comandado por João Alfredo Danieze.

No primeiro, apura possíveis irregularidades nos gastos públicos para realização do evento “Ribas Folia 2023”, com destaque para possível sobrepreço na contratação da artista Lia Mayo e Banda.

“O Prefeito Municipal de Ribas do Rio Pardo, crítico por anos das gestões anteriores, ávido autor de ações populares para questionar a promoção de políticas públicas que não fossem de seu agrado, anunciou a realização do “Ribas Folia – 2023”, com vultoso dispêndio de recursos públicos para contratação de atrações e estruturas. Cabe destacar, nesse particular, que o ora Prefeito já foi denunciante de eventuais irregularidades na contratação de uma banda denominada “Alma Viva” pelo Município de Ribas do Rio Pardo, pois àquela época, ao Advogado João Alfredo parecia gasto supérfluo e desarrazoado”, diz o denunciante.

O cidadão cita o gasto de R$ 1.381.820,00 (Um milhão, trezentos e oitenta e um mil, oitocentos e vinte reais) para contratação de palco, som, arquibancadas, placas metálicas para fechamento de espaços, banheiros químicos, serviço de segurança desarmada, entre outros.

Na lista, o possível pagamento de show de R$ 80 mil.  Na denúncia, faz um paralelo com a difícil situação vivida pelo município. Já a prefeitura alegou gasto de R$ 260 mil com todo evento.

Contratação de médicos

O promotor George Zarour Cesar também investiga eventuais ilegalidades decorrentes de supostos favorecimentos no pagamento de determinados médicos em detrimento de outros contratados pelo Município.

“Médicos contratados para trabalhar prestando serviço igual aos outros, mas que são amigos do secretário, e ele coloca para mandar em todo mundo além dos médicos, fazer escala do próprio serviço e outras coisas. Inclusive, um que tem cargo da prefeitura de quarenta horas e recebe também pelo contrato. Os maiores pagamentos e aumentam ainda também dos outros amigos, para diminuir o que os outros médicos mais antigos recebem por mês (SIC)”, questiona o denunciante.

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