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“Nossa escola não será mais a mesma”, lamentam amigos do professor Luciano assassinado

Velório está previsto para começar às 16h na Pax Med, na Avenida Antônio Stradioti, nº 814

18/01/2023 às 12h22 Atualizada em 18/03/2023 às 10h34
Por: Redação MS
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“Nossa escola não será mais a mesma”, lamentam amigos do professor Luciano assassinado

Amigos, professores e alunos de Luciano Soares lamentaram nas redes sociais a morte precoce do professor. Ele foi encontrado morto na noite de ontem (17), com três tiros na casa onde vivia, no Jardim Indaiá II, em Nova Alvorada do Sul, distante 120 quilômetros de Campo Grande.

O caso segue sob investigação da polícia e ainda não há informação se o suspeito foi identificado, nem sobre a motivação para o crime. “Senhor, que noite triste. Receber a notícia assim do meu coordenador e amigo. Um ser humano incrível. Vai fazer muita falta. A escola não será mais a mesma”, postou nas redes sociais Lilian Aparecida Bueno Morinigo. 

Compartilhou da mesma opinião Érica Biatriz. “Nossa escola não será a mesma sem esse cara aí! Ainda estou sem acreditar. Descanse em paz, nosso querido professor e amigo. Para sempre em nossos corações”, escreveu no Facebook. 

A Prefeitura Municipal da cidade divulgou nota de pesar pela morte do servidor. "Com certeza uma grande perda, a Administração Municipal se solidariza com a Família enlutada". 

“Sem chão. Vai em paz, nosso gordinho. Vai ao encontro daqueles que sempre te amaram e te protegeram. Aqui vai fazer muita falta, mas está em um bom lugar”, afirmou pelas redes sociais Fabiana Leal. O velório está previsto para começar às 16h na Pax Med, na Avenida Antônio Stradioti, nº 814, no Bairro Maria de Lourdes. 

Caso - Após sentir falta do professor e não ter as ligações atendidas, o irmão foi à casa de Luciano e encontrou o portão encostado. Ao entrar na residência se deparou com a vítima morta e muito sangue. Assustado com a situação, o homem acionou as forças de segurança. 

Durante os trabalhos das equipes policiais, a Polícia Científica constatou que o professor já estava morto há algum tempo. O corpo foi levado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) de Dourados para exame necroscópico.

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